sábado, 14 de fevereiro de 2015

MAE SOLTEIRA - INDEPENDENTE, MAS NÃO SOZINHA.....

Que os tempos mudaram, não há dúvidas – mas talvez tenham mudado muito mais para as mulheres.

No passado, a ordem dos acontecimentos era clara: 
crescer, casar, ter filhos, cuidar da família. 

Com o avanço e o desenvolvimento das sociedades, a mulher descobriu que também poderia trabalhar e obter sua renda

Começou a trilhar seu espaço e a buscar seus direitos.

E ela cresceu.....

Hoje é profissional, especialista, executiva, chefe, .... não importa: 
O trabalho é item essencial na vida de muitas delas, e ele sempre vem embasado pelo estudo e por especializações que possibilitam a conquista de mais espaço nos mercados.

Tudo isso não quer dizer que as mulheres desistiram, sobretudo, de ter filhos. 

As gerações têm, sim, adiado um pouco mais a maternidade, geralmente em função da carreira: uma mudança nas prioridades.....

Mas o relógio biológico não espera ela estar com a carreira consolidada e o salário que deseja para permitir que possa procriar.....

Mulheres que chegam aos 30, 35 anos sem alcançar o nível educacional, profissional ou até mesmo sem ter encontrado o parceiro que idealizavam, começam a lidar com a pressão de decidir qual é o melhor momento para ter um filho......

Algumas até chegam a se casar antes dos 30 anos, mas o divórcio também é uma realidade mais constante.....

Sem ter em sua frente o panorama tido como "perfeito" para engravidar, muitas mulheres têm decidido começar uma família sozinhas.

Elas fazem as contas, organizam a vida e decidem seguir adiante com esse sonho sem depender de um parceiro.

De repente, o médico está ali, na sua frente, lembrando:  você precisa decidir logo se quer mesmo ter um filho.....

Esse perfil de mulher está acostumado a resolver suas coisas, independentemente, mas esta é uma decisão muito séria, seja para engravidar ou para adotar uma criança. 

Independente, mas não sozinha.... -   De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000, 11,6% das famílias brasileiras eram compostas por mães solteiras. 

Dez anos depois, esse índice passou para 12,2%.

Até mesmo antes de decidir enfrentar o desafio, a mulher pode e deve procurar ajuda em instituições que fornecem informações e podem ajudar a futura mamãe a se organizar – financeira e emocionalmente.

É possível obter conselhos de especialistas e também ouvir a experiência de outras mulheres que já passaram pela situação.

Mulheres que tendem a ser autossuficientes podem ter dificuldades em pedir ajuda, ou acreditam que é obrigação delas fazer absolutamente tudo sozinhas. 

Porém, mesmo sendo mãe solteira, há quem ofereça auxílio e apoio.

Se você busca esta jornada para sua vida, mas tem dúvidas ou até um pouco de receio de como pode ser o processo todo, procure uma clínica especializada em reprodução humana e converse com os profissionais.
Além de explicar como os diversos tratamentos para engravidar funcionam, eles poderão identificar qual o mais adequado para você, dependendo de sua idade e condições de saúde, e facilitarão o contato com "doadores"

(continua).